As ferramentas para gestão de riscos são muito utilizadas no ambiente de trabalho para avaliar as ameaças potenciais e existentes nos processos de trabalho. Com isso, algumas medidas preventivas podem ser tomadas para evitá-los ou, até mesmo, reduzi-los.

Para conhecer quais são essas técnicas mais utilizadas no processo de gestão de riscos continue lendo o nosso material, mas antes, entenda a importância da análise dos riscos em sua empresa.

O que é gestão de risco e qual a sua importância para a empresa?

Em toda atividade realizada no ambiente de trabalho há riscos envolvidos, os quais precisam ser administrados para reduzir os resultados negativos sobre os procedimentos da empresa. Até mesmo para garantir a segurança e a saúde os colaboradores durante a jornada de trabalho.

Essa gestão de risco envolve a identificação, avaliação, análise, tratamento, comunicação e controle adequado dos riscos que podem afetar negativamente a empresa. O principal objetivo do gerenciamento de riscos é, portanto, permitir que a equipe tome a melhor decisão possível.

Por conta disso, a utilização de ferramentas para gestão de riscos se tornou necessária e indispensável para as empresas. Então, confira, a seguir, os principais recursos mais utilizados para a administração de ameaças no ambiente de trabalho.

Quais são as ferramentas mais adotadas para a gestão de riscos?

1. 5W2H

A ferramenta 5W2H se refere aos elementos, em português: o que, quem, quando, onde, por que, como e quanto. Por meio desses questionamentos, os colaboradores e gestores são capazes de descobrir a causa raiz de um determinado problema que gera riscos para empresa e afeta a qualidade de vida dos colaboradores.

Essa ferramenta é essencial para identificar as causas básicas para os riscos específicos. Com isso, pode criar estratégias de combate mais eficazes e eficientes para evitar o surgimento de um problema ou de situações de riscos dentro do ambiente de trabalho.

2. SWOT

Análise SWOT é a sigla, em português, para forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. Essa ferramenta permite tomadas de decisões a partir da identificação dos pontos fortes e fracos dentro de uma empresa e demais elementos oferecidos pelo mercado.

Ou seja, por meio da análise dos fatores que estão relacionados a essas variáveis, os gestores podem avaliar os riscos internos e externos que interferem na execução das atividades e, assim, criar mecanismos que inibam ou diminuam esses problemas.

3. FMEA

Também conhecido como Processo de Análise de Modos de Falhas, Criticidade e Efeitos, tem como objetivo identificar os riscos e as suas causas. Assim, fica mais fácil propor os meios mais adequados para reduzir ou eliminar as probabilidades de ocorrência dessas falhas.

Além de identificar os riscos, também é possível classificá-los para determinar o seu nível crítico e, assim, definir a prioridade na adoção de medidas preventivas e de segurança. Para tanto, é preciso identificar a ocorrência de cada falha, o grau de severidade e a habilidade para a detecção precoce da falha.

4. What if

É uma ferramenta muito útil na identificação de potenciais ameaças que permite imaginar as possíveis causas que geram situações de riscos. Isso ocorre por meio de respostas a perguntas que começam com a expressão “e se…” — por exemplo, e se os colaboradores não utilizarem equipamentos para trabalho em alturas, o que pode acontecer?

A partir da aplicação dessa ferramenta em reuniões, a equipe pode formular e responder todas as questões levantadas, apontando as causas, suas consequências e recomendações de segurança para evitar os problemas.

Não existe uma maneira única de fazer a administração de ameaças. Como vimos, existem diversas ferramentas para gestão de riscos que você pode aplicar em sua empresa, e cada uma delas apresentam indicações e finalidades específicas. Então, cabe a você, gestor, escolher aquelas que mais condizem com as necessidades do seu negócio.

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